Acreditem certas coisas só existem no Brasil
February 21st, 2008 — Carlos S.
No país do futebol, do samba, do topázio imperial e da peteca existem coisas em nosso cotidiano que nem percebemos que só existam por aqui. O Brasil conserva exclusividade em diversos aspectos culturais, esportivos e mesmo legais (ou nem tanto). Sabemos que aqui se joga o futevôlei, que “flanelinhas” informais usam jalecos de Prefeituras. E não se faz isso em nenhum outro lugar: são nossas marcas registradas.
O fato é que um país “destamanho” guarda características próprias. Se o biscoito Globo na praia é uma mania do Rio de Janeiro, o frescobol, por sua vez, é a cara do Brasil. Aquele bate-bola movido a raquetadas à beira-mar tem características especiais: os adversários são, na verdade, parceiros e o jogo não tem vencedores ou derrotados. O importante é manter a bola em jogo pelo maior tempo possível. Todos ganham com a prática, exceto os que, na areia, acabam levando uma bolada. Inventado na praia de Copacabana, em 1945, logo depois da Segunda Guerra Mundial, o frescobol tem como personagem principal uma esfera oca de borracha, pesando 40 gramas, com onze libras de pressão e 5,7 cm de diâmetro. Mas existem outros itens bem brasileiros.
Outro produto brasileiro: a firma reconhecida
Outra peculiaridade brasileira é o reconhecimento de firmas. O ato burocrático e obrigatório para a validação de diversos documentos e transações com a administração pública não é adotado em nenhum outro país. A exigência consiste na validação — por semelhança ou conferição (essa palavra horrível!) — de garranchos firmados em documento.
“É claro que outros países também têm suas esquisitices. Estamos bem com as nossas. Mas entre reconhecer firma e jogar o frescobol, todos, quase sem exceção, preferimos umas raquetadas ou “petecadas” num dia de sol.”




